Luana, 18 anos, Brasil.
“Caiu finalmente a minha ficha do quanto você é, tão e somente, um cara burro.”
Tati Bernardi.  

“Saudade engole a gente, menina.”
Chico Buarque.  

“Nós, os humanos, temos essa horrível e maravilhosa capacidade de sofrer pelo que não existe. Somos neuróticos.”
Rubem Alves 

“Gustavo. Eu não consegui não sentir a sua falta e foi por isso que eu decidi escrever, resolvi que ia te escrever uma carta, ou algo parecido e ver se te comovia ao ponto de fazer você voltar, por isso perdoe se o drama soar grande demais, mas essa é a intenção.
Você já pensou em alguém ao gargalhar, ou sorrir, ou apenas ao repuxar os lábios para cima em um esboço mal feito de sorriso? Eu não sei como acontece, mas sei que você sempre surge na minha mente quando algo desperta uma pontadinha de humor em mim.
É sempre você, sempre você quando eu estou alegre e bem, é sempre em você que eu acabo pensando, porque era com você que eu dava risadas tão altas, aquelas que você nunca ouviu, era por você que eu chorava de rir, que eu me inclinava e me segurava pra não desabar, era bom demais pra ser verdade, eu sei que era e por isso acabou e restou essa lembrança triste e desbotada e que mesmo assim sempre me vem nos dias e nas horas felizes, só pra atormentar.
Você me atormenta muito, se quer mesmo saber. Eu estou sempre imaginando como seria te contar sobre o dia feliz que eu tive e estou sempre criando diálogos imaginários e neles você sempre diz que eu não deveria vive essa alegria fingida do teu lado, nesses diálogos você sempre me diz que com você eu não preciso de mascaras e eu queria tanto que você voltasse, me desse um oi e me deixasse ser eu mesma ao menos uma vez, uma vez e eu não iria te pedir mais nada.
Eu passei algumas noites acordada imaginando o que teia te levado para tão longe e confesso que eu não sei ao certo, nem te conheço a fundo, não sei seu nome, onde você realmente mora, não sei se seu sotaque era verdadeiro, não sei se tudo foi um plano pra me deixar assim, caidinha, mas só sei que a coisa toda tem sido realmente difícil para mim, difícil de verdade!
Acho que eu preciso te pedir desculpas pelo monte de mensagens que tenho deixado pra você ao longo do ultimo ano, mas é que quando eu escrevo parece que você vai realmente ler, parece que eu vou ter uma resposta, um “alô”, parece que você vai voltar de novo e que vai aceitar me abraçar e me dar um pouco de carinho e de cuidado.
Vou parar por aqui, chega dessa carência boba e desses desabafos que você nunca vai ler, mas espero que de verdade que um dia você volte e que nesse dia você seja sincero sobre tudo, se apresente de novo, conte para mim um pouquinho da verdade e perceba que eu te amo demais pra deixar algo, mesmo o tempo, mesmo a distancia, acabar com isso.”

“Eu não sou seu amor. Nem nunca vou ser. Larga meu braço.”
Gabito Nunes

“E estou pouco ligando, na verdade. Muito cedo eu aprendi a perder. E me saí bem, eu acho. Tanto que talvez eu não saiba fazer outra coisa.”
Gabito Nunes. 

“É que, bom, ela precisava de um tempo. E eu? Bom, eu só precisava dela, cara.”
Robin and Stubb.